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Ronaldo CURUMBA Bueno dos Santos (nascido em 1963) é mais conhecido como Ronaldo Curumba. Curumba é um apelido de família que faz questão de usar. Seu avô foi um repentista famoso nos anos 60 e ainda hoje é muito cantado no nordeste brasileiro.

Curumba teve em sua adolescência contato com pessoas de uma grande cultura política, mais especificamente ligadas à igreja de Leonardo Boff. Porém, sua atuação política se distanciou da igreja quando em 1984 entrou para o curso de filosofia na PUC/SP. O Brasil ainda vivia a efervescência política da abertura em 1979 e das primeiras eleições diretas para governador, em 1982. Logo teve contato com o Partido Comunista do Brasil (PC do B) no diretório central dos estudantes (DCE/PUC-SP). Este partido político ainda vivia com a assombração da ditadura militar e suas atividades eram semi-clandestinas. Nesta época fez política estudantil pelo Brasil e viveu intensamente o movimento pelas “Diretas Já”. Trabalhou como “estagiário” na prefeitura de São Paulo quando, em 1985, encabeçou uma greve e fora “demitido por greve” pelo recém empossado prefeito Jânio Quadros. 

O curso de filosofia lhe deu ampla bagagem cultural e política, pois estudou temas como Filosofia Clássica, Moderna, Psicologia, Sociologia e Direito. Estudou até 1988 quando resolveu trancar o curso. Neste ano foi trabalhar em um banco privado e liderou uma das grandes greves dos bancários de São Paulo, sendo preso por greve.

Admirando figuras como Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso, Montoro e outros, foi neste ano de 1988 para Brasília fundar o Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB.

Prestou concurso público e em 1989 passou a ocupar o cargo de Oficial de Justiça no Tribunal de Justiça/SP. É Oficial de Justiça até hoje.

Fez o curso de Administração de Empresas (1996 – 2000) nas Faculdades Oswaldo Cruz – SP, o que lhe deu um novo enfoque na questão da gestão de negócios públicos.
Trabalhou por mais de 10 anos como professor e técnico na área de Tecnologia da Informação em empresas como Pão de Açucar, Editora Abril e Senac.

Logo da sua entrada no Judiciário Paulista em 1990, e demonstrando sua inquietação política, Curumba começou a atuar no recém fundado Sindicato União dos Servidores do TJ/SP. Discordando da atuação pouco sindical das lideranças daquele órgão sindical, em 1995 afastou-se até o ano de 2002 para cuidar de negócios privados.  Retomou sua atuação política sindical em 2003 e em 2004 liderou junto com grandes colegas a maior greve do judiciário brasileiro que durou 91 dias com cerca de 80% dos servidores parados. Por conta dessa greve sofreu um processo com base na Lei de Segurança Nacional.

Neste mesmo ano de 2004, aliou-se a outros Oficiais de Justiças inconformados com os caminhos que estava seguindo a histórica Associação desses profissionais (AOJESP) e refundou outra Associação que fora fundada inicialmente em 1930, a Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado de SP - ASSOJASP. Atualmente é presidente desta Associação.

Em meados de 2010 iniciou sua elevação espiritual realizando trabalhos mediúnicos.